A IMPORTÂNCIA DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA UMA LOGENVIDADE ATIVA

Há centenas de anos a ciência busca uma fórmula mágica para a longevidade. O ser humano, em sua ânsia por viver a vida plenamente, está sempre à procura de alguma coisa que lhe permita viver mais e melhor, imaginando uma pílula milagrosa que contivesse elementos contra as doenças e o envelhecimento.

Assim, de tempos em tempos surgem novas substâncias antienvelhecimento (ômega-3, colágeno, selênio, vitaminas etc.) que são vendidas em grande quantidade, sem qualquer benefício comprovado, muito menos atendendo as promessas de marketing.

Entretanto, a ciência já identificou um elemento capaz de atuar efetivamente na prevenção de doenças e na longevidade ativa e saudável: o exercício físico.

Exercícios físicos, praticados regularmente, são comprovadamente capazes de prevenir diversas doenças, dentre elas: vários tipos de câncer, infarto do coração, acidente vascular cerebral, depressão e doença de Alzheimer. Pessoas sedentárias têm duas a três vezes mais chance de morrer precocemente, quando comparado a outras fisicamente ativas.

A prática de exercícios físicos, além de prevenir doenças, fortalece a estrutura muscular, o que leva o indivíduo a um melhor desempenho no presente e no futuro de sua vida. Serão idosos ativos, com uma boa condição física, sendo mais independentes e com menor risco de quedas e fraturas.

Além disso, a prática regular de exercícios físicos faz aumentar a liberação de um hormônio no cérebro, a endorfina. Ela atua no sistema nervoso central, proporcionando maior bem-estar geral, autoestima, aumento da imunidade, melhora a memória e o bom humor, importante no combate à depressão e à ansiedade. A endorfina também atua no combate à dor, sendo um analgésico natural.

Recomenda-se um mínimo de 150 minutos de exercícios semanalmente para que seja observado todos os benefícios. Os idosos que estão no início de atividades físicas, de acordo com a orientação da maioria dos terapeutas, devem priorizar os exercícios com as pernas, panturrilhas, joelhos e quadril.

 

Texto adaptado, subtraído de artigo do Dr. Jáder Freitas, médico geriatra, disponível em redes sociais.